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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A Casa e o Porão- Por Zé Pelintra

A vida da gente é feito uma casa bem grande, repartida em vários cômodos... Tem a sala, onde a gente se reúne com a família e os amigos pra uma conversa boa, regada a um café cheiroso... Tem a cozinha, onde acontece a alquimia da preparação dos alimentos... Tem a lavanderia, onde a água e o sabão cheiroso fazem a higiene das nossas roupas e preparam a limpeza geral do ambiente... Tem a varanda que dá para o quintal, onde a gente pode sentar e esticar as pernas num banquinho pra ter mais conforto, e olhar o céu, pegar um pouco de sol, e refrescar as idéias... Tem o banheiro, onde higienizamos o corpo e colaboramos com a Mãe-Natureza na tarefa constante da purificação e equilíbrio das nossas energias... Tem os quartos, onde o nosso corpo repousa, renovando nossas forças... E tem sempre um canto mais escondido, talvez um porão, onde se guardam as lembranças e às vezes até algumas tralhas sem mais utilidade... Enfim, cada espaço da casa tem seu uso e sua serventia. 

Quem se ocupa em ser feliz fica mais tempo nos lugares de ocupação, de higiene, de lazer e de descanso: a cozinha, a lavanderia, o banheiro, a sala e os quartos. Já quem alimenta muita insatisfação visita mais o porão, revivendo o passado, preso a lembranças, ou então acumulando tralhas...Na vida da gente também é assim.
Muitas vezes, ficamos tempo demais “no porão”, no cantinho das lembranças... Mas a vida acontece agora, neste minuto, no tempo de hoje. Então, é no agora que precisamos estar!

É certo que a gente precisa de um tempo pra organizar as idéias. Separar o que se usa com frequência daquilo que só de vez em quando vamos precisar , e deixar cada coisa arrumada no lugar certo. E o porão vai servir pra guardar o que se usa menos, mas que ainda tem serventia. Contudo, na maior parte do tempo precisamos estar em outros cômodos: para nos alimentar e nos higienizar, para entrar em contato com as outras pessoas, doar o que temos de melhor em nosso coração e receber delas algo que nos faça bem, ou então para descansar das tarefas do dia. Passar mais tempo “no porão” é fugir da vida, é negar a realidade. É perda de tempo...

Reencarnar é uma oportunidade valiosa! Reencarnamos para evoluir. Evoluímos por aprender. E aprendemos no contato com os outros, nas experiências diárias de erro e acerto que a vida nos proporciona.

Nas dificuldades comuns dos relacionamentos é que aprendemos a desenvolver as qualidades da compaixão, da paciência, do entendimento e do perdão. Não mudamos o outro, mas aprendemos a fortalecer o nosso caráter, aprimorando nossa personalidade com as forças que trazemos na alma. Aprendemos que a vida não é um terreno para disputas, mas sim um campo fértil onde as nossas virtudes podem crescer e nos levar adiante, numa rota de evolução e de paz interna.

Fugir do contato com os outros não traz benefício algum para a nossa alma e nem para o nosso corpo. O físico reflete as dores da alma e adoece quando ela está enferma. O ressentimento, a mágoa, a tristeza acumulada, tudo isso acaba por acarretar doenças físicas. O nosso coração não foi feito para ser “um porão” de coisas velhas e inúteis...
O centro do coração é a ponte que nos liga ao Eterno, ele é feito um “guichê” de entrada para a Casa da Luz Celestial. Por intermédio da pureza do nosso coração é que nós recebemos toda a Pureza do Amor de Deus. Ele funciona como a nossa porta de contato com uma corrente de Energia da mais alta qualidade e que vai nos alimentar e revigorar continuamente. Pela harmonia dos sentimentos e emoções que carregamos em nosso coração é que nós podemos ser revigorados pelo Bem Maior que vem de Deus. E é este Bem que nos preserva e que nos salva, livrando-nos de todas as maldades.
Por isso, precisamos manter em ordem e harmonia o nosso coração, livre dos ressentimentos, das mágoas, rancores e tristezas.
Não use o seu coração como “um porão” de coisas velhas e inúteis, livre-se agora mesmo de viver na escuridão... Faça por viver a sua vida com plenitude. Saia desse canto escuro, onde você tem vivido isolado e triste!

Abra-se para conviver fraternamente com os outros e consigo mesmo. Esqueça que errou e esqueça os que erraram com você. Viva o hoje, o agora! Visite todos os cômodos da sua casa interna, abra-se para viver a vida de forma integral. Renove-se, recomece! 
Se o seu coração anda amargurado, tome alguma providência imediata pra mudar isso hoje mesmo.Cuide-se bem. Tenha amor por si mesmo e pela sua vida. Olhe pra si mesmo e pra todas as pessoas como filhos de Deus.

Aceite a sua vida do jeito que ela tem sido. Não perca tempo com revoltas... Mas faça por melhorar aquilo que lhe parece necessário!

Lembre-se: na Roma antiga, a morte na cruz era reservada para aqueles considerados criminosos contra o poder estabelecido. Mas o Mestre Jesus transformou-a num símbolo de superação e libertação...

Compreenda que todos nós temos estamos aqui para aprender e que estamos sujeitos a falhas. Aprenda a superar as dificuldades. Trabalhe um dia de cada vez, organizando a sua casa interna. Faça disso um hábito.

E fique na Paz!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

GRANDE OBRA NECESSITA URGENTE, AMBOS OS SEXOS:
 

Carpinteiros: para serrar a madeira da incompreensão a arrancar os pregos do orgulho,
do ódio e do egoísmo.
Pedreiros: para assentar os tijolos da prece na construção da caridade.
Serventes: para preparar a massa da boa vontade, derramando sobre a areia do
sofrimento, o cimento da fé e o cal da compreensão.
Encanadores: para canalizar a água vida da verdade, na direção daqueles que tem sede
de conhecimento.
Eletricistas: para ligar a corrente positiva da fé, estendendo a luz a todos que se acham
nas trevas da ignorância.
Aprendizes: vaga sempre aberta para os de boa vontade de qualquer idade.
Mestres: não há vagas, temos o maior de todos: JESUS.
Local da obra: a humanidade.
A obra: O EVANGELHO DE CRISTO.
SOMOS ELOS!
 
Observemos, particularmente o trabalho dentro da Casa umbandista. Será que a
responsabilidade deve pesar só sob os ombros dos que a dirigem? Ou será que cada filho
desta Casa não tem também sua cota de participação nessa responsabilidade? E aqui não me
refiro às cobranças que são bastante comuns quando os erros ocorrem.
Mas cobrar de quem? De quem busca fazer a sua parte?
Na tribo todos os índios jovens passam por um grande aprendizado. Entre outros o de
escutar os índios anciões que através de sua sabedoria repassa ao seu povo o que necessita
um índio para ser um grande guerreiro. E é essa uma das razões de encontrarmos na postura
do indígena as características da verdade e da disciplina, pois se o serviço tem quer ser feito,
ele será feito. Todos sabem suas responsabilidade, que embora sejam individuais os
resultados trarão benefícios para a coletividade.
Assim também deve ser a conduta e postura de um filho de Umbanda. Se há crítica
cada qual analise onde pode melhorar a sua participação.
Se já considera sua participação adequada e os encarnados não observam seus
esforços não se preocupe, pois nada passa despercebido do Grande Pai.
Faça para os outros como gostaria que fizessem para você. Aja como gostaria que os
outros agissem com você e nunca ache que já fez demais.
Lembre-se: cada dia que nasce traz uma nova página em branco a ser escrita. Qual a
cor da tinta que você irá usar? A cor da esperança ou da ingratidão?
Sei que muitas vezes as nossas palavras chocam tornando a leitura dos textos um tanto
quanto desagradável, mas qual o melhor remédio senão aquele que trava e faz arder à ferida?
Só assim temos a certeza que estamos ficando bons e que não queremos sentir a dor
novamente.
Meus filhos, para cada mal há o remédio com indicação correta. Para cada aprendizado
a lição e a professora que se faça correspondente.
Unamos as mãos e nunca esqueçamos que somos elos que fazem parte de uma grande
corrente. Se essa corrente arrebentar o lado oposto também sentirá.
Adotemos por lema: “trabalhar mais e falar menos, para nos conduzirmos em paz!”.
Que Oxalá abençoe a todos!

UMBANDA, QUEM ÉS?
 

Sou a fuga para alguns, a coragem para outros. Sou o tambor que ecoa nos terreiros,
trazendo o som das selvas e das senzalas.
Sou o cântico que chama ao convívio seres de outros planos.
Sou a senzala do Preto Velho, a ocara do Bugre, a cerimônia do Pajé, a encruzilhada do
Exu, o jardim da Ibejada, o nirvana do Indu e o céu dos Orixás.
Sou o café amargo e o cachimbo do Preto Velho, o charuto do Caboclo e do Exu; o cigarro
da Pomba-Gira e o doce do Ibejê.
Sou gargalhada da Padilha, o requebro da Cigana, a seriedade do Tranca-Rua.
Sou o sorriso e a meiguice de Maria Conga e de Cambinda; a traquinada de Mariazinha da
Praia e a sabedoria de Urubatão.
Sou o fluído que se desprende das mãos do médium levando a saúde e a paz.
Sou o isolamento dos orientais onde o mantra se mistura ao perfume suave do incenso. Sou
o Templo dos sinceros e o teatro dos atores.
Sou livre. Não tenho Papas. Sou determinada e forte.
Minhas forças? Elas estão no homem que sofre e que clama por piedade, por amor, por
caridade.
Minhas forças estão nas entidades espirituais que me utilizam para seu crescimento. Estão
nos elementos. Na água, na terra, no fogo e no ar; na pemba, na tuia, no mandala do ponto
riscado.
Estão finalmente na tua crença, na tua Fé, que é o elemento mais importante na minha
alquimia.
Minhas forças estão em ti, no teu interior, lá no fundo na última partícula da tua mente, onde
te ligas ao Criador.
Quem sou? Sou a humildade, mas cresço quando combatida.
Sou a prece, a magia, o ensinamento milenar, sou cultura.
Sou o mistério, o segredo, sou o amor e a esperança. Sou a cura. Sou de ti.
Sou de Deus. Sou Umbanda. Só isso. Sou Umbanda.
ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?
 

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo
d'água e bebesse.
Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre
perguntou:
- Qual é o gosto?'
- Bom! disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? perguntou o Mestre.
- Não disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que
está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras:
É deixar de Ser copo para tornar-se um Lago.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Hoje vamos falar de um assunto que vem atigindo cada vez mais nossos templos, trago a vocês não como forma de critica mais como forma para juntos ver-mos nossos erros e corrigi-lós para que possamos cada vez mais amadurecer espiritual e fisicamente.
Como em toda família ou sociedade, estamos propensos a cometer erros. Não é só de acertos e harmonia que vivem os terreiros de Umbanda, existem erros que são praticados por alguns pais e filhos-de-santo. Sob um olhar critico, resolvemos relacionar os mais comuns e esperamos que os que lerem esse tópico concordem conosco. Esses erros tendem a gerar uma vibração negativa, vindo a desestabilizar o foco de equilíbrio:


  •   Dar guarida a fofoca e comentários malediscentes. Lembrem-se que o ciúme é um dos maiores venenos que a pessoa pode ter;



  • Outro ponto muito interessante no qual gostaríamos de declinar é o seguinte:
    Alguns terreiros, nos trabalhos com Exús e Pomba-Giras, não permitem que um médium do sexo masculino venha a incorporar uma entidade cuja energia é feminina. Têm-se um preconceito muito grande com relação a isso, chegam-se a falar que o homem que tem, ou recebe, uma entidade feminina como a Pomba-Gira, é tendencioso ao homossexualismo. Perdoem-nos àqueles que pensam dessa forma, mas seu pensamento está completamente errado. O gênero sexual é um consenso do plano físico, não existe gênero no plano astral e as manifestações de entidades femininas ou masculinas não tendem a interferir na opção sexual do médium.
    Plagiando uma frase que ouvimos: "Então uma médium nunca poderia receber um Caboclo ou um Exú ou vice-versa".
    Esse é um preconceito machista e absolutamente de acordo com o conceito relacionado à nossa sociedade atual. De forma alguma está relacionado às raízes da Umbanda.
  • Uso indevido de determinados elementos em determinados rituais e/ou uso de elementos estranhos ao ritual do culto;
  • Exploração financeira contra filhos da casa e/ou freqüentadores. A Umbanda não cobra qualquer incentivo financeiro ou material sobre seus trabalhos. Na Umbanda não se pratica a Lei de Salva, ou seja, não se paga por qualquer tipo de trabalho espiritual que venha a ser realizado;
  • Mau cumprimento dos preceitos pelos membros da casa;
  • Conduta imprópria ou desrespeitosa de membros da casa;
  • Atividades não relacionadas ao culto dentro do mesmo ambiente da casa;
  • Omissão de socorro, pouco caso ou deboche daqueles que ali buscam auxilio;
  • Ciúmes pelo tratamento dado pelo dirigente da casa a um ou outro filho;
  • Tratamento a um filho da casa de forma exagerada ou excessiva em quaisquer circunstâncias pelo dirigente da casa;
  • Atenção dispensada de forma exagerada ao dirigente da casa ou aos outros integrantes do grupo;
  • Falta de preparo dos filhos nos ritos da casa;
  • Elevar um filho da casa para médium de passe, sem ele estar devidamente preparado;
  • Deixar desavenças de ordem particular interferirem nos trabalhos;
  • Não dedicar pelo menos um trabalho ao mês, ao desenvolvimento dos filhos da casa;
  • Não transmitir os ensinamentos adquiridos, não compartilhá-los com os demais;
  • Agregar filhos apenas para fazer volume ou aumentar a contabilidade;
  • Tratar de forma diferente os filhos ou freqüentadores da casa, pelo poder aquisitivo ou pela atenção por eles dispensada;
  • Negar-se a auxiliar um filho da casa, quando o mesmo procura auxilio;
  • Não respeitar a vida particular do dirigente da casa, levando a ele problemas fúteis, fora da casa;
  • Confundir a liberdade dada;
  • Confundir Umbanda com Nação Nagô, Gêge, Ketu, Batuque, Catimbó, Juremada, Candomblé, Umbanda traçada, Umbanda branca, Umbanda esotérica, etc, etc, etc... Erros absurdos podem advir deste tipo de confusão. Valha-se do conhecimento dos fundamentos da Umbanda para poder ensinar aos demais;
  • Pensar que a entidade com a qual está trabalhando é sempre mais importante que as outras entidades que trabalham na casa;
  • Animismo excessivo, o que é extremamente prejudicial ao médium e à casa;
  • Aproveitar e interferir nas comunicações entre a entidade e o consulente, usando e aplicando seus próprios conceitos e exprimindo suas opiniões pessoais;
  • Nunca tomar a frente da entidade com a qual está trabalhando. Nunca pense que está incorporado, mas sim, tenha certeza disso antes de começar a trabalhar.
  • Demandar contra qualquer pessoa. Os filhos da casa devem ter consciência sobre a manipulação de energia. A Umbanda não utiliza sua magia para prejudicar quem quer que seja. A Lei Divina se encarrega para que todos tenham o que merecem;
  • Usar sangue ou sacrifício animal em qualquer tipo de trabalho. A Umbanda não se utiliza destes elementos para seus trabalhos. Não é sacrificando um animal ou usando sangue que se alcança a graça divina, pois nós não temos o direito de tirar a vida de quem quer que seja.
  • Mistificação. Abusar da credibilidade, enganar, iludir, burlar, lograr e ludibriar. MÍSTICO = misterioso ou espiritualmente alegórico ou figurado.
  • Adornos - estes objetos são geralmente de metal e podem causar distúrbios, visto que o médium necessita ter seus plexos nervosos isentos de quaisquer percalços que possam coibi-los em algo. E, também porque, a regra do umbandista é a simplicidade, nada de exibições, de vaidade e aparência fúteis. Casa espiritual não é casa de modas.
  • Roupas insinuantes. Deve-se ter consciência que ao adentrar o terreiro, você está adentrando uma casa santa, uma casa sagrada. Deve, então, livrar-se de pensamentos pecaminosos, contrários aos trabalhos espirituais. Roupas insinuantes são absolutamente negativas e dispensáveis aos trabalhos de qualquer casa espiritual. Não é mostrando o corpo ou a silhueta que o trabalho será bem desenvolvido, mas sim, completamente ao contrário.
  • Aos médiuns iniciantes, não convém e é ato de pura irresponsabilidade chamar as entidades com as quais se está trabalhando fora da casa de trabalhos. Isto, além de irresponsável, pode ser extremamente perigoso, pois os médiuns iniciantes ainda não conhecem as vibrações energéticas das entidades e podem dar passagem a quiúmbas ou afins sem saber.
  • É fato que os médiuns, ao se encontrarem nos dias de trabalho, direcionam suas conversas, muitas vezes até inocentemente, a rumos antagônicos ao desenvolvimento dos trabalhos da casa. É preciso que os médiuns tenham consciência que a preparação para os trabalhos começam à 0:00 hora do mesmo dia (pelo menos) e que conversas diversas que não são afim ao trabalho que será desenvolvido começam por desestabilizar o equilíbrio da casa.
  • Falta de conhecimento espiritual. As entidades valem-se do conhecimento dos médiuns para poderem se comunicar. Quando o médium pouco sabe, pouco estuda, as entidades pouco podem fazer pelo seu desenvolvimento e pelo próximo. Faz-se absolutamente necessário o estudo e a aquisição de conhecimento espiritual para atingir a própria evolução e, conseqüentemente, auxiliar as entidades em sua evolução espiritual. O conhecimento é a base do bom viver, é a estrutura de uma vida de sucessos. Atentem-se senhores (as) médiuns, que o conhecimento nunca será em demasia e é a única coisa que fará parte de cada um. As casas que possuem médiuns com alto grau de conhecimento espiritual, normalmente têm seus trabalhos muito bem desenvolvidos.
  • Excesso de problemas na desincorporação. Muitos médiuns têm um péssimo hábito de mostrar problemas excessivos na incorporação ou desincorporação, muitas vezes somente para mostrarem-se o quão forte são, o quão fortes são suas entidades e para tomarem um pouco mais de atenção do dirigente da casa. Lembrem-se, senhores (as) médiuns que uma entidade que chega ao terreiro para trabalhar é normalmente uma entidade com alto grau de evolução e nunca faria um filho sofrer principalmente durante sua desincorporação. Descarregar o médium quando de sua partida não tem relação alguma com sofrimento deste. Estabilizar a energia do médium não é aplicar um choque.
  • É comum encontrarmos nos terreiros médiuns de outras casas ou até mesmo médiuns que não se encontram trabalhando espiritualmente, terem a chance de receber suas entidades durante os trabalhos da casa. Acontece em muitos terreiros em que os capitães (!!!), mostrando absoluta falta de conhecimento e discernimento, mandarem estas entidades "subir". Notem que, se uma entidade passou pelo Sr. Tranca-Ruas, por todos os Exús que guardam a casa durante os trabalhos e por todos os Oguns que ali estão rondando para a proteção da casa é muito provável que esta entidade tenha permissão para adentrar o terreiro (por algum motivo). Interessante é o fato de alguns chefes de terreiro  acharem que possuem um conhecimento maior que as entidades que ali estão trabalhando. É preciso tomar muito cuidado com a autoridade dentro de um terreiro. Com entidades não afins ao trabalho deve-se mostrar energia e nunca desrespeito. Lembremo-nos que muitas vezes, durante os finais dos trabalhos, todas as entidades já sabem que devem deixar o plano e desincorporar. Normalmente o que segura as entidades nos trabalhos são os próprios médiuns. Outras vezes faz-se necessário que a(s) entidade(s) fique(m) no terreiro para terminar de equilibrar o ambiente e os médiuns do trabalho, bem como os consulentes que ainda permanecem ali. Srs. capitães (ou que se julgam entendidos!!!), muito cuidado com a autoridade para com as entidades e para com os filhos da casa. Um chefe de terreiro  é aquele que detém bom conhecimento espiritual, é aquele que coloca ordem nos trabalhos e os conduz a um bom fim, nunca aquele que determina, dá ordens e abusa de sua autoridade. Senhores dirigentes: cuidado ao dar "cargos hierárquicos" dentro de um terreiro. Umbanda é uma religião simples e deve ser trabalhada desta forma, sem complicações e sem cargos.
  • Permitir que entidades peçam o número do telefone dos consulentes ou coisas semelhantes!!!
  •  
  • O utro ponto muito interessante no qual gostaríamos de declinar é o seguinte:
    Alguns terreiros, nos trabalhos com Exús e Pomba-Giras, não permitem que um médium do sexo masculino venha a incorporar uma entidade cuja energia é feminina. Têm-se um preconceito muito grande com relação a isso, chegam-se a falar que o homem que tem, ou recebe, uma entidade feminina como a Pomba-Gira, é tendencioso ao homossexualismo. Perdoem-nos àqueles que pensam dessa forma, mas seu pensamento está completamente errado. O gênero sexual é um consenso do plano físico, não existe gênero no plano astral e as manifestações de entidades femininas ou masculinas não tendem a interferir na opção sexual do médium.
    Plagiando uma frase que ouvimos: "Então uma médium nunca poderia receber um Caboclo ou um Exú ou vice-versa".
    Esse é um preconceito machista e absolutamente de acordo com o conceito relacionado à nossa sociedade atual. De forma alguma está relacionado às raízes da Umbanda.
  • Sexta-feira 13








     

    Este dia está associado a evolução de todo ser humano individualmente, mas, para a sociedade, pode representar agitação excessiva. Dia escolhido segundo a cultura popular, a Sexta-feira 13 é conhecida como " o dia do azar" ou de "usar amuleto no bolso". O treze corresponde a letra hebraica Mem, que representa o renascimento e a liberdade. Esta superstição também está associada ao fatídico dia em que o rei da França, Filipe o Belo, ordenou prender e matar todos os Templários (homens que se dedicavam a proteger os peregrinos que se dirigiam à Terra Santa) sob a acusação de feitiçaria.

     

     

    O significado do número 13

    A superstição que envolve a Sexta-feira 13 surgiu com os romanos. Não tinha nada de azarento, mas, com o tempo, alguns fatos ocorridos nesta data, ano após ano, marcaram este dia, transformando a Sexta-feira 13 em um momento onde as pessoas deveriam tomar mais cuidado.

    Uma crença européia revela que nas "Sextas-feiras 13 as bruxas estão soltas". Segundo o folclorista Luís Câmara Cascudo, no Dicionário do Folclore Brasileiro, "o dia 13 é um número fatídico, pressagiador de infelicidades. A superstição de evitar 13 convidados à mesa é tradicional como uma reminiscência da Santa Ceia, quando Jesus Cristo ceou com os seus 12 apóstolos, anunciando-lhe a traição de um deles e seu próprio martírio".

    A palavra superstição primitivamente significava "vidente ou profeta". As superstições surgem como explicação para os fatos que desconhecemos. Quem comemora o aniversário em uma Sexta-feira 13 não deve ficar preocupado, pois o número 13 também simboliza o número dos anjos e da sorte.

    Acredite, a superstição e o azar estão ligados apenas à acomodação e a falta de fé, uma maneira de encontrarmos culpados para os nossos insucessos ou fracassos, muitas vezes resultantes da nossa própria falta de esforço e dedicação. Quando as coisas não acontecem, culpamos o azar. Quando tudo dá certo, aí sim somos "sortudos".

    Infelizmente, o ser humano socializa apenas os seus fracassos. Devemos lembrar que a superstição está ligada à falta de conhecimento, mas quando nos tornamos mais conscientes, nossa forma-pensamento se fortalece.

    quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

    O TERREIRO FAZ AS VEZES DE HOSPITAL

     
    A dificuldade de cumprir a tarefa de dirigente sempre se acentua dentro do terreiro, com os médiuns e muito pouco na caridade com o povo.

    Todo médium
    de tarefa, é um ser encarnado para curar seu espírito endividado e o terreiro é o hospital onde vai se internar por um longo tempo de sua vida na terra.

    Sabemos que a maioria dos pacientes são impacientes, não é mesmo?


    E, aí é que complica!


    O dirigente também não deixa de ser um doente que além de se tratar, agora
    pode estagiar ajudando aos médiuns de sua corrente "hospitalar".

    Isso não o coloca como um semi-deus perfeito do qual não se admitem mais
    erros, muito menos como alguém que tudo pode, em qualquer hora e em qualquer situação.

    Dele será exigido posturas mais firmes bem como entendimento mais apurado.


    Ele deverá se aprimorar constantemente com estudo e reforma íntima,
    exigindo da corrente igual compromisso.

    Tais posturas serão necessárias em função do tamanho de sua Responsabilidade
    e dentre elas está a de cortar o mal pela raiz, priorizando sempre a corrente como um todo, sem privilégios a quem quer que seja.

    Ao assumir tal posto diante da espiritualidade, antes de reencarnar, já
    estará consciente de que sua vida não será "comum" e que certamente terá que abdicar de muitas coisas materiais, em favor do lado espiritual.

    O termo Pai e Mãe agracia o médium com a postura de se colocar como tal,
    amparando, educando e auxiliando a corrente como verdadeiros filhos de seu coração. Tarefa mais difícil ainda, pois esses "filhos" não vieram de seu ventre e não nasceram ontem.

    São adultos, viciados e com personalidade
    formada.

    Cada um com seus egos aflorados, com suas necessidades de reformulação e o
    fato de portarem a mediunidade, já os qualifica como devedores em potencial.

    E certamente, reeducar um adulto é muito mais difícil do que educar uma
    criança.  
    É pepino torto.

    Observo nos terreiros por onde ando que muito se exige do dirigente e
    muito pouco se retribui. Falta nos médiuns, desde respeito até aquilo que os deveria mover dentro da corrente, que é amor.

    Humildade então, meus
    filhos, é coisa rara. Em compensação sobra bajulação, geralmente usada como meio de se fazer preferido na corrente.

    Nega véia costuma dizer que criança que se cria como bibelô, como tal vai
    quebrar quando adulto.

    Todo aquele que não teve rédea firme na infância para domar suas más
    tendências, vai chegar no terreiro e expô-las de modo a perturbar a ordem do lugar.

    Hora e vez de impor as leis que regem a Casa, independente do que
    possa pensar a respeito disso, o médium em questão.
    Se mesmo indisciplinado, tiver algo de humildade, vai receber o chamamento
    como aprendizado e ali vai crescer, mas se pelo contrário, além da indisciplina prevalecer nele a arrogância e o orgulho, acolherá como ofensa e infelizmente, o remédio é amargo para essa doença.

    A tarefa é tão árdua que muitos desistem na metade da caminhada, outros se
    corrompem, mas, ainda bem que uma grande maioria volta à casa com sua coroa iluminada pela luz do dever cumprido e a estes, o mérito de conseguir dar um salto em sua evolução.


    Vovó Benta

    Anjo da Guarda

     
    Você sabe a importância dos anjos da guarda na Umbanda?

    Bem, os anjos de guarda nos protegem e acompanham a cada dia.
    E esse acompanhamento também está nas horas de trabalho (sessões).

    Sim, porque estamos numa corrente espiritual onde espíritos sem luz e perturbados, confusos, enfim vêm contra nós, os Orixás, Guias, Entidades nos protegem, mas a presença do anjo da guarda antes e depois da incorporação é por demais importante.


    Um exemplo, normalmente quando uma pessoa sofre um trabalho de demanda, um trabalho contra o bem estar dela, a primeiro reflexo que se nota é o enfraquecimento de seu anjo da guarda, tornando-o distante e deixando a pessoa vulnerável.

    É comum que os Guias/Entidades do terreiro, quando se vêem a frente de uma pessoa com demanda, venham a pedir um "fortalecimento para o anjo de guarda", ou seja, um reforço para restaurar os laços entre você e seu anjo da guarda.

    Esse reforço consiste em trazer ele mais próximo de você, com mais força para te proteger contra os *ataques* da demanda.


    E para os médiuns?

    Com toda a certeza, para os médiuns, os anjos da guarda são tão importantes quanto os próprios Orixás e Entidades.

    Quando o médium vai incorporar, para que o Orixá/Entidade se aproxime, o anjo de guarda permite a passagem para ocorrer a incorporação.  
    Quando o Orixá/Entidade está incorporado no médium, o anjo da guarda permanece ao lado, pois o médium está protegido por energias do Orixá ou Entidade que está ali.
    Quando há o processo de desincorporação, o Anjo da Guarda se aproxima mais, para manter o equilíbrio do médium.

    Portanto, os médiuns devem ficar atentos para não oferecer resistência na hora da desincorporação desse Orixá/Entidade, pois existe uma hora certa em que o Orixá deve deixar a matéria e o anjo da guarda se aproximar, não deixando a matéria desprotegida.
    O seu anjo da guarda, sempre anda com você em qualquer lugar que você esteja, pronto a lhe proteger; embora você não o veja.

    O que chamamos de intuição, muitas vezes é a manifestação de nosso Anjo da Guarda que procura sempre o melhor para nós (aquela voz na cabeça que diz, não faça isso, não vá por esse caminho, etc.).

    O nosso anjo da guarda é aquele que nos protege a todo instante de nossas vidas... Por isso, devemos manter acesa uma vela com um copo d'água ao lado em um local alto, e fazer orações ao anjo da guarda regularmente, pedindo sempre que nos guie pelos caminhos certos da vida e que nos proteja.

    Para quem acredita é muito fácil sentir, ouvir e presenciar a manifestação dos anjos em nossa vida dando inspiração para algo que ocorrerá em nossos dias, mas para pessoas que não acreditam que os anjos existam é totalmente difícil manter o anjo próximo dele, esse pensamento negativo e destrutivo para o anjo o enfraquece e acaba por distanciá-lo.

    O céu não tem entradas, lá não precisamos bater; pois, chegando ao fim da jornada, sempre há alguém para nos receber.

    Seu Anjo da Guarda te Chama!

    Quando o médium fica meio em transe após a incorporação, alguns dirigentes colocam a mão sobre o coração do médium e dizem: "_fulano seu anjo da guarda te chama!"


    Esta era uma prática comum antigamente (não há como datar precisamente) de benzedeiras. Elas utilizavam esta frase como uma pequena oração para pessoas que não se achavam plenamente conscientes por vários motivos (mediunizadas, epilepsia, desmaio, etc.).

    Tal prática talvez tenha sido trazido para a nossa amada Umbanda por alguma Preta Velha, já que é de pleno conhecimento nosso que muitas Delas foram exímias benzedeiras.

    O Anjo da Guarda é visto como o Mentor de nossa razão, de nossa consciência; Desta forma este é um chamado ao restabelecimento da consciência com implicações magísticas.
    Ao fazer referência ao nosso anjo da guarda, chamando-nos de volta ao domínio das faculdades no corpo físico após o transe mediúnico, ocorre uma espécie de invocação a nós mesmos.


    Orações para o Anjo da Guarda:

    Santo Anjo do Senhor

    Meu zeloso guardador
    Se a ti me confiou a Piedade Divina
    Me governa, me rege, me guarda e me ilumina.

    Amém.

    *

    Anjo de Luz,

    Guardião da minha vida.

    A Ti fui confiado pela Misericórdia de Deus.

    Ilumina meu espírito,
    Guarda-me da maldade,
    Orienta a minha inspiração,

    Fortalece a minha

    sintonia com a Espiritualidade Superior

    e torna-me forte diante das tempestades que venham a afligir meu intimo.
    Lembre-me todos os dias de não julgar nem ferir.
    Banhe a minha mente de Amor e Harmonia,

    para que eu possa tornar o mundo melhor para aqueles que convivem comigo.
    Quero assim me tornar digno de sua proteção e amor.
    Assim seja.

    OS ORIXÁS E OS SÍTIOS VIBRACIONAIS‏

     
    Os Orixás são aspectos da Divindade, altas vibrações cósmicas que se rebaixam até nós, propiciando a apresentação da vida em todo o Universo.

    Cada um dos orixás tem peculiaridades e correspondências próprias na Terra: cor, som, mineral, planta regente, elemento, signo zodiacal, essências, ervas, entre outras afinidades astro-magnéticas que fundamentam a magia na Umbanda por linha vibratória.


    Encontraremos nos sítios vibracionais dos orixás sempre os três reinos: animal, vegetal e mineral.


    Os sete sítios vibracionais principais são: mar, praia, rio, cachoeira, montanha, pedreira e mata, os quais descrevemos a seguir.


    Mar: tudo no mar é movimento. Seu incessante vai e vem é a própria pulsação da vida, com sua expansão e contração, cheia e vazante, levando tudo o que é negativo, transformando- o e devolvendo convertido em positivo. Seu próprio som expressa essa possante e magnífica transformação.


    Praia: tem praticamente a mesma composição do mar, sendo condensadora, plasmadora, fertilizante e propriciatória. Faz um potente equilíbrio elétrico, desimpregnando, descarregando excessos e promovendo o equilíbrio da energia interna do indivíduo.


    Rio: condutor, fluente, sem ser condensador, faz as energias fluírem, e também vitaliza. É muito importante numa purificação astro-física do indivíduo e na eliminação da energia interno do indivíduo.


    Cachoeira: encontramos elementos coesivos das pedras (mineral) e água potencializada na queda da cachoeira, que produzem ou conduzem várias formas de energia. Como as águas fluem num só sentido, purificam, descarregam, vitalizam, equilibram e fortalecem o indivíduo como um todo (no físico-etérico) .


    Pedreira: reestrutura a forma, regenera, fixa, condensa, plasma e dá resistência mental, astral e física ao indivíduo.


    Mata: condensa prana (energia vital), restabelece a fisiologia orgânica, principalmente a psíquica, fortalece a aura, o campo astral, o eletromagnetismo, a saúde, o mediunismo, plasmando forças sutis.


    Montanha: mesmo procedimento acima, havendo predominância dos elementos eólicos.

    Os Sete Reinos Sagrados

     
    Cada Orixá tem suas características e responsabilidades espirituais e que participaram no processo de formação do planeta Terra.

    A ciência afirma que no principio da formação do planeta ele era formado por uma massa de alta temperatura semelhante ao magma.

    Podemos exemplificar dizendo que era uma esfera de alta temperatura e que foi aos poucos esfriando.
    Chamamos esta primeira fase da evolução planetária de fase do fogo devido a semelhança com o elemento fogo, na doutrina chamamos de REINO DO FOGO.

    Neste momento da criação/evolução planetária alguns Orixás atuaram.


    Definimos como orixá regente, aquele que possui mais semelhança e afinidade com as vibrações do reino. Também é aquele orixá mais conhecido dentro da cultura religiosa umbandista.


    O REINO DO FOGO é regido pelo orixá OGUM, o que abre os caminhos, o que vai na frente, o manipulador do fogo (da forja), da fundição, o guerreiro, aquele que possui um alto poder de destruição (semelhante ao fogo).


    Na seqüência evolutiva o planeta começou a se resfriar, formando em sua superfície a crosta Terrestre, as rochas e demais estruturas sólidas.


    Outros Orixás vieram atuar nesta fase, naturalmente orixás que manipulavam a energia apropriada deste período evolutivo.


    Este período é chamado de REINO DA TERRA pela semelhança com o elemento terra, o orixá regente é XANGÔ o senhor das pedreiras e das leis.


    No processo evolutivo do nosso planeta, a ciência afirma que devido a grande atividade vulcânica, decorrido alguns milhões de anos formou-se ao redor do planeta a primeira atmosfera, formada por vários gases e bem diferente da atual atmosfera.


    Foi um período marcado por uma grande atividade de raios.


    Esta fase evolutiva é chamada de REINO DO AR pela semelhança com o elemento ar.


    O orixá regente é IANSÃ a rainha das ventanias e tempestades.


    Após bilhões de anos outros orixás vieram atuar na formação do planeta e surge em sua superfície a ÁGUA.


    É nesta fase que surge no planeta os primeiros seres vivos, é dentro da água que a vida brota.


    O orixá regente é nossa mãe YEMANJÁ a rainha do mar, a senhora das águas, a GRANDE MÃE.


    Com o passar dos anos, e estas informações são embasadas pelo estudo científico, surge no planeta as florestas, e dentro destas florestas aparecem os primeiros insetos e os primeiros animais.


    O orixá regente deste reino é nosso pai OXOSSI, o senhor das matas, o caçador.


    Bilhões de anos se passaram e surge na superfície do planeta o HOMEM.


    Este período é chamado, para efeito de didático, de REINO DA HUMANIDADE.


    O orixá regente é OXALÁ, o grande PAI, o responsável pela criação dos homens na mitologia africana.


    Já apresentamos seis reinos e agora vamos conhecer o último reino, o REINO DAS ALMAS.


    O REINO DAS ALMAS, é o mundo espiritual que envolve o planeta, é a morada dos espíritos, é o reino dos velhos, é a sabedoria, é o último reino, é para onde caminhamos, é o destino de todos os mortais.


    O orixá regente deste reino é OMULU, o senhor das doenças e da saúde, o senhor da morte e da vida, o responsável pelos cemitérios.


    Resumo:


    REINO - REGENTE - COR - ELEMENTO MAGÍSTICO

    Fogo - Ogum - Azul Escuro - Velas, cores

     Terra - Xangô - Marrom - Pedras, sinais gráficos

    Ar - Iansã - Vermelho - Música, essências


    Água - Iemanjá - Azul Claro - Bebidas, banhos


    Matas - Oxossi - Verde - Ervas, plantas, frutas, animais


    Humanidade - Oxalá - Branco - As pessoas, Médiuns, Ogãs etc..


    Almas - Omulu - Preto - Os espíritos



    Estes sete reinos dão existência a sete tipos diferentes de vibrações, que manipuladas adequadamente se constituem na MAGIA DOS SETE REINOS SAGRADOS.



    Também é a partir destas sete vibrações que são universais, ou seja, existentes em todos os rincões do universo, que os seres espirituais atuam e se manifestam na realidade do mundo material.

    Estas sete vibrações são básicas, únicas, primárias, mas sua manifestação na realidade é múltipla, ou seja, todas se manifestam em conjunto, mas de forma variada, com diferentes gradações e intensidades diferentes.
    São estas diferentes gradações e intensidades que revelam a realidade material e espiritual que conhecemos (e ainda iremos conhecer).

    Qualquer objeto material sempre estará submetido a estas sete vibrações primordiais, independente de sua natureza, podendo em algumas situações especiais possuir uma grande afinidade vibracional com determinado tipo de vibração.


    Neste caso dizemos que aquele elemento pertence a determinado reino ou Orixá.


    Embora seja uma tarefa muito difícil identificar a vibração primordial de todos os elementos da natureza, ou quase impossível em alguns casos, podemos exemplificar para melhor entendimento:


    A esmeralda é uma pedra verde, por ser uma pedra sua vibração principal é do reino da Terra, mas por ter uma cor verde tem forte ligação com a vibração do reino das matas.


    Um rubi é uma pedra vermelha, da mesma maneira que explicamos no parágrafo anterior, por ser uma pedra pertence ao reino da Terra, mas por ter uma cor vermelha tem forte ligação com o reino do fogo.


    Se fossemos utilizar estes elementos na manipulação energética, na magia dos sete reinos sagrados, utilizaríamos ambas para ativar as vibrações do reino da Terra, ou poderíamos utilizar a esmeralda para ativar as qualidades associadas da vibração da Terra e das Matas e o Rubi nas vibrações associadas da Terra e do Fogo.


    É da mesma maneira que utilizamos, por exemplo, as velas:
      
    Vela Vermelha ou Azul Escuro: ativamos a vibração do fogo associada a vibração do reino do fogo, a vela vermelha intensifica a vibração do reino do fogo. Dizemos popularmente que é a vela utilizada para Orixá Ogum.


    Vela Marrom: ativamos a vibração do fogo associada a vibração do reino da Terra. A vela marrom intensifica a vibração do reino da Terra. Dizemos exotericamente que é a vela utilizada para Xangô.



    Vela Vermelha ou Amarela: ativamos a vibração do fogo associada a vibração do reino do ar. A vela amarela intensifica a vibração do reino do Ar. É comum dizermos que a vela amarela é utilizada para o Orixá Iansã.
    (em algumas culturas usa-se as cores do candomblé onde Iansã é cultuada no amarelo e Ogum no vermelho).


    Vela Azul Claro: ativamos a vibração do fogo associada a vibração do reino da água. A vela azul claro intensifica a vibração do reino da água. É comum ouvirmos falar que a vela azul claro é utilizada para oferendas para Yemanjá.


    Aqui abrimos um parêntesis para comentarmos sobre os outros Orixás. A doutrina não limita a quantidade de orixás, mas apresenta o que chamamos de ORIXÁS REGENTES.
     

    No caso do reino da água podemos também atuar, se necessário, com outras vibrações (orixás) existentes no reino.

    Por exemplo: Para Oxum utilizamos vela amarela, água doce, normalmente em pequenas quedas de água ou pequenos riachos, onde a água escoa suavemente e delicadamente.



    No caso de Nanã utilizamos a vela Roxa ou lilás, normalmente águas paradas, lodo, barro etc...



    Observamos que a cor das três mães   possuem alguma semelhança com o azul: Iemanjá - Azul Claro; Oxum- amarelo e Nanã -Roxo (ou lilás)



    Continuando com as velas,


    Vela Verde: ativamos a vibração do fogo associada a vibração do reino das matas. A vela verde intensifica a vibração do reino das matas. Costumamos ouvir dizer que a vela verde deve ser utilizada para oferenda de Oxossi.


    Vela branca: ativamos a vibração do fogo associada a vibração do reino da humanidade. A vela branca intensifica a vibração do reino da Humanidade que é regido por Oxalá. É comum ouvirmos que a vela branca deve ser utilizada para oferendas a Oxalá.


    Vela Preta: ativamos a vibração do fogo associada ao reino das almas. A vela preta intensifica a vibração do reino das Almas. É comum ouvir dizer que vElas pretas são utilizadas para Omulu. A
    vela na cor preta, quando é necessário ativar as vibrações do reino das almas.
     
    Em alguns Terreiros a vela é associada aos Exus, neste caso devido aos Exus ligados a Calunga (cemitério).


    Para Omulu alguns Terreiros utilizam velas nas cores preto-amarelo, neste caso ligando a vibração do reino do Ar, regente Iansã (que tem poder sobre os eguns) e a vibração do reino das almas regido por Omulu cemitérios.



    Também é utilizado, em alguns terreiros, as cores branco-preto para Omulu, associando a vibração do reino da Humanidade cujo regente é Oxalá ao reino das Almas cujo regente é Omulu. (Em nossa doutrina Omulu e Obaluaê são manifestações semelhantes)



    Neste último caso é ativada a força do fogo, para as vibrações de FÉ + MAGIA que são algumas das vibrações do reino de Oxalá e Omulu (Humanidade e Almas) respectivamente.



    Em alguns Terreiros, utilizam as cores branco/preto, nas guias utilizadas para os Pretos-Velhos, que em nosso caso, á a linha de trabalho que representa o reino das almas, lembrando que o reino das almas é o último reino, e representa também a velhice, a sabedoria, a magia e a espiritualidade.


    As cores brancas e pretas neste caso podem representar FÉ+SABEDORIA ou FÉ+MAGIA etc...

    Resumindo:


    O fogo representa, entre outros tipos de vibrações, a força, a iniciativa e a destruição.

     VELA VERMELHA -Quando desejamos fortalecer a iniciativa

    VELA MARROM -Quando precisamos fortalecer a justiça, ou destruir as limitações

    VELA AMARELA -Quando precisamos dinamizar a expansão de alguma coisa


    VELA AZUL -Quando queremos fortalecer o amor


    VELA VERDE -Quando necessitamos fortalecer a individualidade


    VELA BRANCA -Quando queremos fortalecer nossa fé


    VELA PRETA -Quando precisamos destruir magias negativas


    A quantidade de velas, as cores utilizadas, a disposição das velas e os demais elementos utilizados no ritual influenciam nos resultados desejados.


    Em qualquer ato de manipulação vibracional, procuramos sempre utilizar juntos elementos dos sete reinos sagrados.



     Deixo claro aqui filho de fé que algumas tonalidades de velas ou rituais mudam de casa para casa.Uma vez que cada uma segue uma doutrina,vale esclarecer com o dirigente da casa quais as cores e seguimentos usados dentro na norma da casa.
    PRECE AOS ORIXÁS

    Tudo o que eu quero é…

    Ter a longevidade das palavras de Oxalá…
    Ser livre como o vento de Iansã…
    Ser justo como o machado de Xangô…
    Ser forte como a espada de Ogum…

    Ser firme como o arco e reto como as flechas de Oxossi…
    Ser mágico como as forças de Obaluaê…

    Ser infinito como a sabedoria de Nanã…

    Ter a doçura das águas de Oxum…

    E as forças dos mares de Yemanjá…

    Ter a alegria da gargalhas dos Exus…

    E a boa esperteza do Malandro Zé Pilintra…

    Ser humilde e paciente como meus Pretos Velhos…

    Carregar a lealdade dos amigos Caboclos…

    Ter o equilíbrio dos Marujos…

    A fé na reza dos Boiadeiros…

    O amor ao mundo dos amigos Ciganos…

    E um dia merecer a doçura de meus Erês!

    Que assim seja . . .
    Umbanda



    Imagine um abraço fraterno em 360 graus: isso é Umbanda.


    Imagine uma vela acesa com Fé gerando mais energia que uma usina nuclear: isso é Umbanda.


    Imagine Divindades, Anjos, Santos, Sábios, Magos, Gênios, Sacerdotes, Xamãs, Babalaôs, Pajés, Iogues, Iniciados, Cientistas, Curadores,Trabalhadores da Caridade de todas as épocas e culturas voltando à Terra para restaurar a Paz e a Lei Maior: isso é Umbanda.


    Imagine a última peça que falta no milenar “quebra-cabeça” que compõe a sua Alma: isso é Umbanda.


    Imagine traumas, neuroses, fobias, vírus e bactérias físicas e astrais sendo dissolvidos na baforada de um cachimbo: isso é Umbanda.

    Imagine a Pemba traçando e reproduzindo os Códigos Sagrados da Criação: isso é Umbanda.

    Imagine o padê de Exu promovendo a harmonia entre Luz e Trevas: isso é Umbanda.


    Imagine o médium descalço vestido de branco iluminando-se por dentro: isso é Umbanda.


    Imagine o consulente confortado e esclarecido subindo mais um degrau evolutivo: isso é Umbanda.

    Imagine o Homem servindo a Natureza e a Natureza servindo o Homem: isso é Umbanda.

    Imagine o sal das lágrimas misturando-se ao sal do Mar, Ventre de Iemanjá: isso é Umbanda.

    Imagine a flecha certeira de Oxóssi alinhando Razão, Emoção e Ação: isso é Umbanda.

    Imagine a espada de Ogum abrindo caminho no cipoal das ilusões humanas :isso é Umbanda.

    Imagine o machado de Xangô aparando as arestas do Karma Planetário: isso é Umbanda.

    Imagine Oxalá retirando os espinhos de teu coração e Oxum cobrindo com mel teus ferimentos: isso é Umbanda.

    Agora, deixe de imaginar...

    Pois tudo isso não é sonho, é realidade vivida e sentida

    A toda hora, todo dia, ao som de um belo ponto cantado

    No abraço do Caboclo,

    No toque do Preto Velho,

    Na brincadeira da Criança,

    No olhar do Exu Guardião,

    No sorriso do Baiano,

    No balanço do Marinheiro,

    No encanto da Cigana,

    Na ginga do Malandro,
     
    No laço do Boiadeiro...
    ISSO É UMBANDA!


    Mensagem do Caboclo Yguaratan
    Salve Nossa Umbanda!!!

    segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

    Características Principais Da Umbanda
     

    Muitas pessoas quando começam a se interessar pela Umbanda não conhecem realmente seus valores e características,hoje venho expor algumas para que possamos explicar ao nossos irmãos.
     
    A Umbanda é um sistema religioso fundamentalmente naturista, isto é, se manifesta através das
    forças da natureza, assim como com espíritos contemporâneos, ou não, pesando expressivamente
    em seu exercício as vibrações das Almas.
    A Umbanda possui muitas co-irmãs e as pessoas muitas vezes confundem-na com outras religiões
    que possuem nomenclaturas semelhantes às utilizadas na Umbanda, no entanto a semelhança é
    meramente aparente e termina aí.
    O fato de a Umbanda ter como uma de suas raízes a forte influência africanista e cultuar Orixás,
    gera muita confusão e sobressai a necessidade de apontar limites bem claros.

    1. Trabalhamos exclusivamente visando o bem, a caridade e a evolução espiritual de todos.
    2. Não temos “feituras de cabeça”, Boris, raspagens, camarinhas, roncós, corpo fechado, ebós,
    orunkô, feitura de santo, bascos, firmo de nação, etc.
    3. As sessões obedecem a horários pré-estabelecidos. Não vemos nenhum sentido em sessões
    madrugadas adentro. Por que não? Simplesmente por ser contraproducente, ninguém consegue
    manter a “gira firmada” por tanto tempo, as pessoas trabalham, ficam cansadas, e a falta de
    concentração, ou nível energético dos médiuns tende a cair drasticamente após 3 horas
    consecutivas de culto. Além do mais a própria assistência começa a ficar desacomodada,
    desconfortável, gerando vibrações de impaciência e falta de interesse. Tudo isso gera um
    desacordo energético que acaba por influenciar o bom andamento da gira. É claro que estamos
    nos referindo às giras ordinárias e não às festivas.
    4. O abate de animais (sacrifício) não faz parte, em nenhum momento, de qualquer rito da Umbanda
    (aberto ou fechado).
    5. No que diz respeito a oferendas aos Orixás, guias, ou entidades menores, ressalto que sou contra
    o uso excessivo desse recurso como elemento de religação. A oferenda tem sua função
    específica e determinada. A banalização da mesma influencia negativamente no desenvolvimento
    do médium e na evolução do espírito (guia ou protetor) que a está recebendo.
    Aqui você pode estar perguntando como e porque o uso excessivo de oferenda pode
    atrapalhar a evolução de um espírito e/ou de um médium.
    A resposta é simples e como em tudo há sempre dois lados a serem observados:
    Na realidade desestimulamos tudo que seja excessivo. No caso das oferendas, existem
    conseqüências de ambos os lados, material e espiritual.
    Do lado material:
    a) O custo dos elementos da oferenda (muitas pessoas chegam a deixar de comer, ou até
    mesmo, permitem que falte alguma coisa dentro de sua casa para comprar os elementos da
    oferenda).
    b) Estímulo a barganha espiritual, ou seja, o ofertante acredita que oferendando alguma coisa
    poderá obter privilégios junto a espiritualidade.
    c) Estímulo a preguiça espiritual no sentido da evolução, ou seja, o ofertante começa a acreditar
    que a oferenda substitui o seu empenho em melhorar enquanto pessoa, geralmente com a
    famosa frase : “Eu cuido do meu santo, já arriei minhas coisinhas”.
    Do lado espiritual:
    a) Pela pessoa somente se interligar com a espiritualidade através da oferenda, as entidades
    receptoras começam a pedir cada vez mais oferendas com o intuito de estarem sempre
    próximas da pessoa, pois sabemos que para que haja aproximação da entidade é necessário
    que haja sintonia de pensamentos e sentimentos. Quando fazemos uma oferenda, geralmente
    elevamos a nossa faixa vibracional e nos harmonizamos com a entidade. Isso faz com que
    comece a haver uma espécie de “vício” ou “ciclo vicioso”, onde entidade e pessoa começam a
    precisar da oferenda para se comunicarem.
    b) Disso surgem pedidos cada vez mais freqüentes impedindo a evolução da pessoa e da
    entidade que começa a ver na oferenda a única forma de contato com a pessoa ofertante.
    O nosso objetivo é orientar que a oferenda deva vir apenas como uma representação material de agradecimento e não de comunicação com as entidades, que basicamente e de maneira geral não precisam de oferenda. Quanto menos evoluída a entidade e mais apegado a matéria for o médium, mais ambos “precisarão” de oferendas.
    Geralmente se é feito em comemoração ao dia do Orixá ou entidade em forma de homenagem, pois “Amor, fé, estudo doutrinário e o desejo de fazer caridade
    desinteressada em retribuição, ofertadas com resignação e humildade”, também é uma forma de oferenda assim nos dispomos a ser médiuns. E se dispor a ser médium não significa apenas entrar para a corrente de um terreiro e dar incorporação. Mas se colocar a disposição, a serviço da caridade. E sabemos muito bem que não há necessidade da incorporação para que isso ocorra, assim como sabemos também que arriar oferenda não é “cuidar do santo”.
    Com tudo isso exposto, esclareço que o uso da oferenda como elemento de atração, religação ou ponto de fixação dependerá da orientação de cada dirigente umbandista.
    Havendo a real necessidade, a oferenda deve ser feita em locais determinados, normalmente junto à natureza ou reinos apropriados. Lembrando sempre de deixar o local limpo como foi encontrado.
    Nós umbandistas amamos a natureza e as suas energias, como podemos sujar os locais
    sagrados para nós? É no mínimo incoerente. E uma coisa que o umbandista não pode ser é incoerente.
    A situação ideal é que todas as oferendas sejam feitas dentro do próprio terreiro em alguma parte destinada para esse fim.
    6. A vestimenta básica do trabalhador de Umbanda é toda branca.
    7. Não há, sob hipótese alguma, retribuições financeiras por trabalhos executados, consultas, ou o
    que quer que seja, e nada, absolutamente nada, justifica a cobrança de consulta, mesmo que seja
    um valor insignificante ou irrisório. Alguns chegam a dizer que é para ajudar na manutenção do
    Templo, mas afirmo que esta é uma responsabilidade do Dirigente e seu corpo mediúnico.
    Existem inúmeras maneiras de se sustentar um terreiro sem que haja necessidade de se cobrar
    por nada que envolva o sagrado.
    8. A ascensão ao sacerdócio na Umbanda se faz através do tempo, da propriedade individual, da
    constância e seriedade com que o médium se propõe à caridade. Objetivando auxiliar o médium
    nesta tarefa, são realizados determinados preceitos e obrigações, testes e avaliações. Mas
    fundamentalmente o trabalho, o tempo, a dedicação e o estudo são a firmeza do médium, pois
    não adianta fazer uma série de recolhimentos e preceitos se o médium não se entrega à função
    sacerdotal dentro e fora do terreiro, com responsabilidade e consciência de seu papel.
    9. A prática religiosa deve ser realizada em locais específicos, nos centros. O atendimento na
    residência do médium pode se tornar altamente perigoso, pois não haverá as firmezas
    necessárias para a descarga dos atendimentos ou trabalhos lá realizados. Muitos médiuns não
    vêem problema algum em atender uma ou outra pessoa em casa, entretanto eu afirmo que
    existem conseqüências desastrosas para quem começa assim e se deixa levar pela vaidade.